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·02 de abril de 2025

Inspeção descarta álcool ou drogas de abuso como causa de morte de Maradona

Imagem do artigo:Inspeção descarta álcool ou drogas de abuso como causa de morte de Maradona

O julgamento dos suspeitos de causarem a morte de Maradona progride e alcança estágio próximo de aplicação de eventuais punições. Nesta fase das audiências, o perito Ezequiel Ventosi contribuiu com o seu depoimento. Isso porque houve uma solicitação para que o médico averiguasse amostras de saliva e sangue do ex-jogador. O resultado comprovou que a causa do óbito do ex-astro argentino não foi o consumo de álcool ou drogas de abuso.

Estas segundas substâncias atuam no sistema nervoso central sem ter um efeito medicinal. Na verdade, os exames constataram somente o uso de medicamentos antidepressivos, anticonvulsivantes e antipsicóticos.


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“Nenhum dos quatro tubos de ensaio deu positivo para cocaína, maconha, MDMA, êxtase ou anfetamina”, comunicou o perito Ventosi.

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Médico pessoal de Maradona indicou que não recebia atualizações de recuperação

Inclusive, outro elemento importante na sessão foi a leitura do relato do médico pessoal de Maradona, Alfredo Cahe, que morreu no ano passado. Em um relatório de 2021, o profissional de saúde fez uma visita ao ex-craque durante a recuperação da neurocirurgia. Contudo, nas ocasiões em que perguntava sobre o estado de saúde do ex-atacante a Leopoldo Luque, ele não recebia respostas.

Além disso, Silvana de Piero, anatomopatologista, apontou sinais de cirrose no fígado, insuficiência pulmonar e ausência de oxigênio no coração. Leopoldo Luque é um dos suspeitos de causar a morte de Maradona. O neurocirurgião, aliás, participou do processo de recuperação do ex-craque após retirada de um coágulo sanguíneo no cérebro em novembro de 2020.

O início do julgamento ocorreu em 11 de março e a expectativa é de que dure por volta de quatro meses. Os sete suspeitos são o neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov, o psicólogo Carlos Díaz, o enfermeiro Ricardo Almirón, o médico Pedro Di Spagna, o coordenador de enfermagem Mariano Perroni e a coordenadora-médica Nancy Forloni. Caso algum deles seja considerado culpado, pode sofrer entre oito a 25 anos de detenção como punição.

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